E aqui vão as primeiras dicas pra quem tá afim de viajar por aí sozinho: acesse fóruns de mochileiros, de motociclistas e afins. Troque ideia com quem já esteve por lá. Estude os mapas e as rotas. E use o Trip Advisor para escolher seus pernoites.
Em quatro meses de estudo e planejamento, descobri cinco coisas importantes:
1. você não precisa de passaporte para entrar na Bolívia ou no Peru, mas apresentando o passaporte como documento, a chance de você ser achacado é menor [e você ainda pode carimbá-lo em Machu Picchu!];
-- passaporte do Lopito by Apollo Creed e Sandy Cheeks --
2. é exigida uma vacina contra febre amarela comprovada por um certificado internacional de vacinação e profilaxia para entrar na Bolívia;
3. existe uma Permissão Internacional para Dirigir [PID], que me custou 225 mangos na ocasião;
4. mesmo que você tenha um cartão de crédito internacional, você precisa avisar a operadora para que ela libere o uso fora do país;
5. é melhor viajar com dólares e comprar moeda local em casas de câmbio ou hotéis [cambistas são fria].
Anotei o endereço, o telefone e o e-mail das embaixadas do Brasil em Lima e em La Paz; escolhi dois a três hostels bem rankeados no Trip Advisor por cidade; descobri onde havia concessionárias Honda no percurso; e pesquisei o que tinha de legal pra conhecer no caminho. Em fevereiro, tinha um plano de viagem que me ajudou muito a resolver os problemas que apareceram durante o percurso, como veremos mais pra frente.

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