terça-feira, 5 de agosto de 2014

A véspera

Arrumar as coisas pra viagem foi treta. Afinal, ir de moto de Bauru a Machu Picchu se hospedando em quartos coletivos de hostels exigia uma certa agilidade na hora de andar pra lá e pra cá com as coisas nas costas.

-- só aquela mochilinha vermelha --

Resolvi ir só com uma mochila de ataque nas costas e, para isso, precisei abrir mão de muita coisa. Terminei levando só o essencial:

- uma pasta com o passaporte, certificado internacional de vacinação, permissão internacional para dirigir, mapas e anotações de endereços de oficinas Honda, embaixadas e hostels;
- cinco camisetas, uma bermuda, um short, duas calças, algumas meias e cuecas, um tênis, além de jaqueta e luvas de couro, que eu estava sempre usando;
- capa de chuva e bota impermeável;
- duas chaves inglesas, kit de ferramentas da moto, lubrificante para corrente e reparador de pneus em spray;
- escova de dentes, estojo para lentes de contato, ReNu, desodorante, sabonete e toalha;
- o livro "A Arte da Guerra", de Nicolau Maquiavel;
- uma câmera fotográfica Casio Exilim EX-Z8 e um celular Motorola Defy.

Belessa, com a mochila pronta, era só ir dormir. E quem disse que eu conseguia?

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